Novas páginas

Adicionei novas páginas e espero utilizá-las em breve para escrever sobre trilhas e travessias, escaladas, surf e outras coisas que me interessam.

 

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Alguns pensamentos

Tem sido muito difícil arcar com as consequências de não apreciar tanto as condições limitadas em que estou, mas estar de certa forma impossibilitado de mudar a situação imediatamente. Eu gostaria que muitos de meus camaradas pudessem ler este pequeno conto e ofereco-lhes como uma pequena forma de mostrar que eu ainda estou vivo e quero continuar na luta. Um pouco da ideia do texto é transmitir quão forte é o ambiente em que vivemos e que este nos puxa muitas vezes para onde queremos, nos puxa para esquecer que é preciso continuar na luta para mudar as condições a que a sociedade é submetida…

Dias pelas Noites

Doze horas de trabalho, vinte e quatro horas de descanso é o ritmo de trabalho de um grupo de operadores de um complexo petroquímico na China. Tal qual cita o ritmo, estes realizam suas atividades; Ajustam pressões, temperaturas e vazões, operam reatores e outros equipamentos complexos muitas vezes com dificuldade em compreendê-los, abrem e fecham válvulas e mudam o controles da planta e coletam informações da produção. Tudo isso dedicado ao serviço de manter a produção maximizada. Em momentos de operação estável, pude conversar com estes formidáveis trabalhadores e trabalhadoras que fazem muito mesmo trocando o dia pela noite a cada dia. – Este trabalho é muito ruim, tenho um salário baixíssimo e só recebo críticas a cada troca de turno, até mesmo quando tudo está bem. Ainda por cima, não tenho tempo de cuidar e aproveitar minha pequena filha e estar com minha família e amigos. Hoje mesmo (feriado na China) estou aqui pois não há férias e minha esposa e filha viajarão com meu pai para uma cidade vizinha. Mentalmente, não pude deixar de concordar e dizer “É, camarada. Você não está sozinho.” Insisti e disse: – É, precisamos arranjar formas de mudar as condições em que vivemos, não será seu patrão que as mudará.

Em uma das semanas seguintes, produzíamos as primeiras 70 toneladas de produto de uma nova planta, felizes por não ter passado grandes dificuldades, mas com um cansaço e corpo abatidos. Afinal, continuando a trocar noites pelos dias.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Aventura: Great Smoky Mountains National Park – Leconte (Bullhead, Rainbow Falls and Old Sugarlands Trails)

Ainda estou tendo dificuldades em pensar no que fazer com esse blog. Existem muitas coisas sobre o que gostaria de falar mas o esforço de estruturar tudo isso em uma peça concreta e interessante me faz quase desistir. Enquanto isso, ao mesmo pensei que seria interessante passar pra vocês ao menos um relato de um passeio que fiz nos Estados Unidos, no Parque Nacional das Grandes Montanhas Fumegantes (Great Smoky Mountains National Park).

Como parte da minha preparação para a viagem a Arizona e Utah, estou realizando exercícios há pelo menos 2 meses (quem sabe posso falar um pouco sobre isso também num outro momento). Neste último final de semana escolhi também fazer algumas trilhas nesse parque no Tenessee.

Uma pequena história sobre essa saga. Duas semanas antes eu vim para Tennessee também fazer essa trilha, mas houve uma grande frente fria que fez com que nevasse bastante e o parque teve que fechar a maioria das suas estradas. Acabei ficando em Gatlinburg por um dia sem poder fazer nada. A Cidade é puramente turística e eu particularmente não gosto muito disso. Tudo é muito artificial e pensando em sugar o dinheiro do turista. Existem alguns restaurantes legais até, mas nada muito especial. Acabei visitando o space needle, que é como um mirante na cidade, tem uns 100 metros e tem uma vista muito boa das montanhas do parque (custa uns US$ 9), mas você também pode passar pela estrada que vem de Pigeon Forge (Cidade antes de Gatlinburg) direto para o parque que possui diversos pontos em que você pode parar e apreciar a vista. Esse imprevisto me tirou um final de semana de turismo em outro lugar para ter que voltar aqui, afinal ja até tinha comprado a camiseta do parque (não poderia deixar de fazer ao menos uma trilha nele para que realmente fizesse jus ao uso da camiseta). Acabei fazendo por volta de 34km em 2 dias, dormindo no topo do Monte LeConte.

Great Smoky Mountains National Park

Este é o parque mais visitado dos Estados unidos, recebe um pouco mais de 9 milhões de visitantes todos os anos (mais de 2x o número de Visitantes do Grand Canyon), muito em razão de não ter ingresso de entrada e estar muito próximo de Knoxville, TN e Cherokee, NC e outras grandes cidades, sendo apenas poucas horas de carro dessas localidades. Os outros parque nacionais que visitei não tinham cidades tão grandes tão perto. É um parque relativamente grande (19° em área dos 58 Parques Nacionais oficiais) e possui aproximadamente 1370km de trilhas para aproveitar a natureza.

Existem várias entradas ao parque, sendo as principais a de Gatlinburg, TN e Cherokee, NC via Highway 411 e é bom você programar o que gostaria de ver por lá se tem pouco tempo, pois há diversas atrações diferentes para todos os gostos e capacidades físicas. O que eu decidi fazer foram as trilhas mais difíceis do parque se você excluir as trilhas de longa distância (Trilha dos Apalaches, Mountains-to-Sea Trail e Benton MacKaye Trail), no caso envolvendo a subida ao Monte LeConte – 2010m altitude, proeminência 415m.  Ao cume do LeConte, existe uma grande variedade de Caminhos, sendo a mais famosa Caverna Alum (Alum Cave) e Cachoeira do Arco-Íris (Rainbow Falls) e sim, eu vou insistir e fazer a tradução ao português ao menos uma vez, haha. Outras como a Cabeça do Touro (Bullhead) , Abertura do Trílio (Trillium Gap) ou Boulevard são outroas opções. A minha escolha foi iniciar pela trilha velha das terras de acúcar (Old Sugarlands Trail), conectar-me com a Trilha da Cabeça do Touro para chegada ao topo. Na volta, decidi pegar a Cachoeira do Arco-Íris e novamente Terras do Acúcar.

Entrada de Gatlinburg

Entrada de Gatlinburg no dia da primeira grande neve do ano no parque

20141102_104318

Mirantes Vista de um dos mirantes da estrada que vai de Pigeon Forge – Parque (e vice-versa).

Caso você tenha interesse em verificar mais descrições de trilhas no Parque consulte também:

O Monte LeConte – 2010 m (6593 ft)

É o terceiro monte mais alto do Parque, mas perde por pouco dos outros (Clingmans Dome – 2024m , Monte Guyot – 2018m). Pensei em escrever um pouco sobre ele mais me dei conta que a wikipédia já mostra coisas suficientes e seria muito melhor para nossa cara internet se eu não reproduzir exatamente o que está lá. então aqui está o link.

Old Sugarlands Trail

oldsugarlands

Dificuldade*: Fácil (ida) Moderada (Ida e volta)

Distância: 3.5 milhas (5.6 km) até a Trilha da Cabeça do Touro ou 3.9 milhas (6.24 km) até Cherokee Orchard Rd.

Duração:  1h15min-2h30min (ida) 2h30min – 5h (ida e volta)

Ganho Elevação:  Aproximado 792 – 442 = 350 m (2600 – 1450 = 1150 ft) inclinação média de ~ 6,3%

Elevação Máxima: 777 m (Início da Trilha Bullhead)

Estacionamento: Proximidades do Centro de Visitantes Sugarlands, sendo estacionamento mais perto antes da ponte e Cherokee Orchard Rd (outra extremidade da Trilha).  Coordenadas Geográficas:

Descrição:  Como a sinalização é fácil e é uma trilha bem aberta e visível, não vou falar nada de navegação, somente algumas observações. Uma trilha tranquila com subidas e descidas com baixa inclinação, porém longas. Você passa próximo de um rio e um paredão rochoso logo de início  e começa a ver a bonita floresta ao redor. A subida permite que você veja a parte plana próxima ao rio muito bem, e nessa área é muito frequente avistar perus selvagens e Veados-de-cauda-branca / Cariacus. Foi nessa trilha que vi pela primeira vez um macho jovem. A trilha continua nos sobes e desces pela estrada que fica mais larga por também ser compartilhada por cavaleiras e cavaleiros. Pelo caminho também se consegue observar marcas dos ursos que arranham as paredes das árvores e esfregam suas costas para fixar seu cheiro. Feliz ou infelizmente, não observei nenhum urso pelo caminho.

Há varias trilhas que se conectam a esta, portanto preste atenção na sinalização que você não irá se perder. Vindo do Centro de Visitantes, sempre siga o caminho indicado para Cherokee Orchard Rd.

Bullhead / Old Sugarladnds Início da Bullhead

Bullhead Trail

bullhead

Dificuldade*: Moderada (pouca carga), Difícil (mochila cargeira)

Distância: 5.9 milhas (9.44 km) até a conexão com Trilha da Cachoeira do Arco-Íris e mais 0.5 milhas (0.8  km) até LeConte Lodge e 0.5 milhas (0.8 km) até o topo. Para a topo da escarpa (Cliff tops) do LeConte são 0.3 milhas (0,48 km) vindo do Lodge.

Ganho Elevação: ±1217 m (3993 ft) inclinação média ~10,5%

Elevação Máxima:  2010 m (6593 ft)  Monte LeConte

Duração: 4-6h subida (com pausa de 25min inclusa, hehe) 3-4h descida

Estacionamento:, Cherokee Orchard Rd (essa estrada fecha no inverno, portanto caso queira fazê-la recomenda-se inciar em outro local (muito provavelmente o Centro de Visitantes).

Opções de Estadia no Topo: LeConte Lodge (um pouco mais confortável e caro ~$ 140.00 não pegaria esse de jeito nenhum) e o abrigo (12 lugares para dormir com a galera, use o dinheiro que pagaria o Lodge para comprar equipamentos) $4.00 a reserva.

Descrição:  A trilha é praticamente só subida, inclinação média de 10.5% (o que significa que a cada quilômetro você subiu 105 metros), existem umas poucas centenas de metros que você desce um pouquinho ou caminha sem inclinação.  Fazendo essa trilha pela manhã, a parte de mais baixa altitude possui pouca luz do sol, mas a partir do momento em que se passa ao outro lado da montanha o sol começa a aparecer mais e as vistas também são muito bonitas.  Existem 3 pontos principais, Bullhead, Balsam Point e o LeConte Lodge.

Uma das Vistas no caminho da Bullhead Trail

O primeiro você atinge com aproximadamente 3milhas de trilha, sendo a parte mais cansativa. Há uma marco de rochas onde você pode dar uma descansada, se você parar aqui já terá subido aproximadamente 490 m (1607 ft) e estará a 1285m (4217 ft) de Altitude. Como eu estava fazendo paradas de 30s-1min para respirar um pouco eu decidi passar um pouco mais até meio caminho do topo Balsam Point. A partir de Balsam Point você começa a andar na Crista da montanha, o que proporciona uma vista privilegiada de Gatlinburg e de outras áreas e montanhas do parque.

Chegando no topo já havia bastante gente caminhando nos arredores da pousada, que por sinal é a pousada de maior altitude da região sudeste dos Estados Unidos (acho que até mesmo toda região leste). Tirei aquela foto tradicional do letreiro e entrei na sala de refeição cruzando os dedos para que pudesse rolar alguma alimentação legal como recompensa a subida. Não havia comida mas eles tinham café, chocolate quente e limonada. Por US$ 3 você podia pegar uma xícara e tomar o quanto quisesse. Acabei tomando 4 xícaras de chocolate quente e uma de café, uma maravilha! Após a pequena pausa fui procurar o abrigo e acabei passando pela parte mais famosa e visitada do topo, o Topo da escarpa (Cliff Tops). Neste lugar as pessoas ficam para ver o pôr-do-sol e no Myrtle point para o nascer do sol. Apesar do frio tenso e ventos deixando a sensação ainda pior, dei muita sorte de estar lá em um dia limpo e muito bonito!

LeConte Lodge

Vista do topo da escarpa (Cliff Tops)

Essa e todas as outras fotos são to topo da escarpa (Cliff Tops)Cliff Tops

Eu no Cliff Tops

Final da tarde, Cliff Tops

Cliff Tops novamente

Pôr-do-sol Cliff TopsO abrigo é o da foto abaixo. Caso você fique nele, por favor, leve o equipamento apropriado para dormir. Não é qualquer saquinho de dormir e isolante que vai ajudar não. Dependendo da época precisa aguentar temperaturas negativas. Eu acabei sendo muito azarado e passei muito frio pois não havia trazido todos meus equipamentos, acabei tendo que me vestir como todas as roupas que tinha para dar conta de dormir, mesmo assim com um pouco de frio. Fique atento pois venta muito por lá e esse abrigo, como se pode ver, é aberto! Você pode levar uma lona e cobrir para se proteger do vento mas precisa acordar com os outros hóspedes da noite, pois cabem 12 pessoas lá. Ao lado do abrigo eles disponibilizam o sistema de cordas para suspender seus itens, pois é uma área com ursos negros ativos.

ALERTA: O site do parque apresenta instruções de como se comportar quando em um encontro com um urso e também como se portar com seus pertences no caso de trilhas no interior remoto do parque (Backcountry). O principal, não se alimente exatamente no local em que você vai dormir, suspenda todas as coisas que possuem cheiro ou que possam chamar a atenção do urso (pasta de dente, repelente, protetor solar, alimentos em geral, etc). Mais informações veja vídeos no youtube ou entre no site do parque. http://www.nps.gov/grsm/naturescience/black-bears.htm

Rainbow Falls Trail

Rainbow Falls

Rainbow Falls 2

Rainbow Falls de verdade

Rainbow Falls
Outra queda, até mais bonitinha, porém menor

Dificuldade*: Moderada (pouca carga), Difícil (mochila cargueira)

Distância: 6,0 milhas (9.6 km) até a conexão com Bullhead e mais 0.5 milhas (0,8  km) até LeConte Lodge e 0.5 milhas (0,8 km) até o topo. Para a topo da escarpa do LeConte são 0.3 milhas (0.48 km) vindo do Lodge.

Ganho Elevação: ±1217 m (3993 ft) inclinação média ~10,5%

Elevação Máxima:  2010 m (6593 ft)  Monte LeConte

Duração: 4-6h (com pausa de 25min inclusa, hehe)  3-4h descida

Estacionamento:, Cherokee Orchard Rd (essa estrada fecha no inverno, portanto caso queira fazê-la recomenda-se inciar em outro local (muito provavelmente o Centro de Visitantes).

Opções de Estadia no Topo: Mesmas que Bullhead

Descrição: Direções mais detalhadas ou pontos chave da trilha você pode ver nos sites de referência. Eu particularmente senti que essa trilha foi um pouco mais tranquila no sentido de ter um caminho mais regular no seu início (vindo de baixo para cima) e um pouco menos íngreme. Como essa trilha é mais visitada e muita gente vai somente até as Cachoeiras, essa seção da trilha é melhor mesmo. Porém, passando dela, a trilha é mais irregular e mais íngreme. É difícil de comparar com a Bullhead pois neste caso eu fiz a descida, mas aparentemente elas tem dificuldade aproximada. Com exceção das cachoeiras, que não são aquelas coisas caso você queira compara com algumas no brasil e outras em outras partes dos estados unidos, não há muito mais o que se ver. Portanto eu escolheria a Bulhead se for para ter vistas do parque. Não sei por que (proavalmente por ter descansado muito mal), mas eu não aproveitei tanto a descida e acabei mais pensando na minha condição física e nos passos da trilha.  Mais ao final a trilha é muito gostosa e acabei relaxando, pois realmente a situação muda muito quando a trilha tem bem menos pedras soltas e é mais aberta. A parque do início (do pé até o topo) pode dar visões das pequenas cachoeiras e uma visão mais distante floresta a dentro. Acabei observando alguns esquilos diferentes que não consegui identificar por estarem longe, mas é com certeza uma área que proporciona observar os animais do parque.

Observação geral: Climaticamente falando, esse parque possui grande variação de temperatura e o tempo pode virar relativamente rápido (não tão rápido quanto um deserto). Além disso, a temperatura no pé da montanha pode ser até 10-11°C maior do que no topo. Fique muito atento à previsão do tempo e equipe-se de acordo. Iniciar a trilha num dia fresco sem luvas ou sem uma camada extra pode te dar um susto no topo quando a temperatura e os ventos trazerem uma sensação de temperaturas negativas.

No meu caso, a administração do parque me ligou avisando que teria uma grande virada no tempo com temperaturas abaixo da média para a época, portanto tive a sorte de ser avisado e também ter monitorado a previsão, o que me fez colocar uma muda de roupa mais pesada que me salvou no topo (por não ter o saco de dormir e isolante adequado).

Para os meses mais frios, a presença de neve ou gelo (oriundo de neve que derreteu durante o dia e congelou novamente durante a noite) é muito grande. Se possível realize a trilha com um bastão de caminhada, botas com ótima aderência ou mesmo correntes de neve para as botas. Em muitos lugares é muito escorregadio e perigoso, preste atenção onde está pisando.

Dados do Clima Monte LeConte
Month Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Year
Record high °F (°C) 52
(11)
54
(12)
60
(16)
68
(20)
73
(23)
79
(26)
81.5
(27.5)
85
(29)
75
(24)
69
(21)
57
(14)
55
(13)
85
(29)
Average high °F (°C) 32
(0)
34
(1)
42
(6)
51
(11)
58
(14)
65
(18)
68
(20)
66
(19)
62
(17)
55
(13)
44
(7)
36
(2)
51.1
(10.7)
Average low °F (°C) 17
(−8)
18
(−8)
23
(−5)
29
(−2)
39
(4)
46
(8)
48
(9)
47
(8)
42
(6)
34
(1)
27
(−3)
19
(−7)
32.4
(0.3)
Record low °F (°C) −32
(−36)
−22
(−30)
−9
(−23)
−1
(−18)
18
(−8)
24
(−4)
25
(−4)
23
(−5)
17
(−8)
0
(−18)
−9
(−23)
−29
(−34)
−32
(−36)
Precipitation  inches (mm) 6.83
(173.5)
5.62
(142.7)
7.20
(182.9)
6.15
(156.2)
8.22
(208.8)
8.37
(212.6)
8.37
(212.6)
7.32
(185.9)
6.56
(166.6)
4.04
(102.6)
6.53
(165.9)
6.07
(154.2)
81.28
(2,064.5)
Source: Climate-Charts (United States)

http://www.climate-charts.com/USA-Stations/TN/TN406328.php

*Dificuldade definida baseada em uma pessoa não sedentária realizando atividades regulares e carregando uma mochila de ataque

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Retorno?

É difícil tentar imaginar a possibilidade de uma volta concreta e frequente como eu gostaria. Mas todos esses anos de ausência de posts fizeram muitas mudanças. Não sei mais se há um real objetivo em manter este blog, eu mesmo não tenho a mínima ideia do que eu poderia começar a postar. Desde o último post, foram muitas experiências e estudos que acaba sendo estranho e complicado decidir sobre o que escrever.

O que mais me faz ter a sensação de que voltar a postar é algo bom é quando começo a sentir saudade das coisas, e que muitas vezes acabo não lembrando pela ausência de registros. Aparentemente, você começa a envelhecer e a necessidade de registros vai se intensificando.

Já ensaiei escrever algumas vezes desde que começei a morar no Estados Unidos. Estar sozinho aqui trouxe a vontade de escrever novamente como uma forma de mostrar aos meus amigos o que eu estou passando aqui, mas o tempo sempre falta… coincidência.

Enquanto não tomo uma decisão final, vai aí uma música que faz me lembrar demais de Curitiba. Muita saudade..

 

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

AIChE Student Membership

Boa noite, pessoal! Tudo bem?

Por incrível que pareça, hoje vou falar um pouco sobre Engenharia Química, mais especificamente da filiação ao AIChE – American Institute Of Chemical Engineers. Ele foi o primeiro instituto criado relacionado à profissão de engenheiro químico e tinha intenção de unir os profissionais da área que surgiu e diferenciá-los dos químicos e dos engenheiros mecânicos. Comento sobre ele pois ele tem uma biblioteca virtual interessante que pode ajudar em algumas buscas, e se você se afilia (atualmente o custo anual para o estudante é de 7 US$) também pode escolher 2 dentre diversas divisões de temas para ter acesso às revistas da área. Com a intenção de se apropriar de conhecimentos importantes, por mais que o instituto esteja repleto de propaganda, artigos e pesquisas em áreas de interesse comercial e não social o instituto é um dos melhores meios de o estudante aprender e compreender mais sobre a profissão e a área técnico-científica que nos envolve.

Espero que em breve eu possa fazer uma discussão interessante no blog sobre algum artigo sobre segurança de processos, uma área que tem me interessado muito. Existe a revista PROCESS SAFETY PROGRESS que tem muitos artigos interessantes que podem nos ajudar a entender a realidade (um pouco escondida) sobre acidentes nas indústrias químicas. Existe a análise de alguns acidentes muito interessantes e artigos sobre metodologias para análise de riscos de acidentes, tanto para unidades industriais específicas como gerais.

Aproveito para agradecer à Profª Drª Vânia Irene Stonoga, por fazer me interessar pela área em razão de seu discurso diferenciado, que ressalta a importância do engenheiro para os trabalhadores como um todo.

Aqui segue o documentário sobre um dos maiores acidentes industriais do mundo, na cidade de Bophal (Índia)..

 

Acho que é isso,

abração!

 

 

 

 

Deixe um comentário

Arquivado em Acadêmico, Tecnologia

Passeio no Domingo dia 06.11.11

Esqueci de comentar que eu e a Bia fizemos um passei muito bom no domingo, pra testar um pouco a resistência dela, hehe. Mas foi fácil pra ela e tirou de letra! heheh Fomos até o largo da ordem conferir a feirinha. Fazia tempo que não dava uma passada por lá, e como sempre estava muito cheia! Depois decidimos dar uma passada no parque Barigui. Foi muito bom! da próxima faremos um circuito maior e com mais calma, hehe!

19km e muito lazer hahahahaha!

 

 

Passeio Bia
Find more Cycling Routes / Bike Rides in Curitiba, Brazil

Deixe um comentário

Arquivado em Turismo

Verão chegando…

Os últimos dias estão ótimos para se preparar para o verão e umas pedaladas de turismo em praias são maravilhosas nessa época! Hehehe, principalmente por que  ainda não há tanto movimento e também por que fica mais barato, enquanto a turistada não chega bombando. O circuito Costa Verde & Mar é uma boa, mas também temos o Circuito Vale Europeu que nessa época é interessante, pois no inverno tem muita chuva na região e fica muito complicado se sentir bem quando está encharcado.. hehe como eu fiquei no ano passado.

http://www.costaverdemar.com.br/

http://www.circuitovaleeuropeu.com.br/

Estou pensando o que vou fazer… Se talvez outro circuito. O negócio é não ficar parado. Na passagem de ano anterior eu acumulei 1000km em 3 semanas mais ou menos.

Deixe um comentário

Arquivado em Ciclismo, Turismo